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CTA tem Plano Director

O Plano Director – que vai orientar a CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique, no contexto das suas acções, visando a melhoria do ambiente de negócios a médio prazo, no País – foi definido no II Seminário Nacional dos Conselhos Empresariais Provinciais (CEPs), ocorrido, este sábado, 25 de Abril, na cidade da Beira, província de Sofala.
Trata-se de um programa de orientação a ter em conta na realização das actividades dos CEPs e na materialização do Plano Estratégico da organização, incluindo o apoio de forma flexível aos membros, ao nível das províncias.
O programa contempla, igualmente, os princípios que garantem a harmonização das metodologias de trabalho e funcionamento dos CEPs, com particular ênfase na sua profissionalização, reforço dos serviços de apoio aos membros, fortalecimento do mecanismo consultivo provincial e a implementação de boas práticas de gestão de fundos.
O documento surge em consequência da necessidade de o CEP firmar-se como um órgão capaz de atingir os principais objectivos e responsabilidades, no quadro da implementação das políticas e estratégias da CTA, no diálogo com o Governo e outros actores, no estabelecimento de um bom ambiente de negócios para o desenvolvimento do sector privado no País.
Intervindo na sessão de abertura do encontro, Rogério Manuel, presidente da CTA, disse estar confiante de que "com a troca de experiências baseadas na vivência real dos empresários ao nível nacional, iremos definir os pilares para o reforço da capacidade institucional dos CEPs, harmonizar a metodologia de trabalho, estruturar o diálogo público-privado provincial e fortalecer a capacidade dos líderes e membros dos CEPs".
Ainda no decurso do II Seminário Nacional dos Conselhos Empresariais Provinciais, realizado sob o lema "Reforçar os CEPs para o diálogo público-privado e explorar o potencial económico das províncias", foi celebrado um memorando de entendimento entre a CTA, o Instituto de Promoção de Pequenas e Médias Empresas (IPEME) e a Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze.
Roberto Albino, director geral da agência, referiu que a instituição que dirige identifica o sector privado como seu parceiro de cooperação: "O memorando consiste no provimento de assistência técnica e financeira ao IPEME e os CEPs das quatro províncias que integram o Vale do Rio Zambeze, nomeadamente Sofala, Manica, Zambeze e Tete, de modo a que possam ter um papel mais activo no network empresarial do vale", frisou.
Importa realçar que os Conselhos Empresariais Provinciais constituem órgãos máximos de consulta ao nível provincial e foram criados em 2009, resultado da necessidade de desenvolver um diálogo mais inclusivo e do reconhecimento de que a província e o distrito são importantes pólos de reformas na base.

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This entry was posted on 27 de Abril de 2015 by in Moçambique.

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