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Agricultura em foco na CTA

A produção nacional do açúcar, no ano passado, aumentou em dois por cento, relativamente ao ano de 2011, tendo a sua exportação crescido 60 por cento, contribuindo para a melhoria da balança de pagamentos do País, em cerca de 140 milhões de dólares norte-americanos.

Esta informação foi revelada, no seminário sobre o “Estágio da Agricultura em Moçambique: Oportunidades e Desafios”, realizado, na ultima sexta-feira, no âmbito da 49ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM), que decorre desde o dia 26 do corrente mês, no distrito de Marracuene, província de Maputo.

No encontro, promovido pela CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique, foi ainda dado a conhecer que as exportações da castanha e amêndoa de cajú aumentaram de 26 milhões de dólares norte-americanos, em 2010, para 73 milhões em 2012, enquanto a produção da mandioca passou de 5.7 milhões de toneladas, em 2010, para mais de seis milhões de toneladas em 2012.

Intervindo na ocasião, o presidente da CTA, Rogério Manuel, disse que o encontro teve por objectivo “trazer uma reflexão conjunta sobre a situação do sector agrícola em Moçambique e, tendo em conta a sua importância económica e social, evitar que este sector seja ofuscado e colocado em segundo plano em detrimento da corrida aos recursos naturais”.

“Queremos igualmente contribuir, através das discussões neste seminário, para que os pequenos e médios operadores agrícolas tenham a possibilidade de crescer e se desenvolver, avançando propostas concretas sobre as reformas que propiciam o desenvolvimento do agro-negócio no contexto actual do boom dos recursos naturais”, frisou Rogério Manuel.

Por sua vez, o vice-ministro da Agricultura, António Limbau, referiu que “a nossa política tem em vista o relançamento da produção e da produtividade, do agro-processamento e da comercialização agrária, estimulando o crescimento de produtores orientados ao mercado”.

A materialização deste pressuposto, segundo sustentou o governante “passa necessariamente pela melhoria das tecnologias de produção e da produtividade, assim como pelo maior acesso e uso de insumos melhorados, provisão de infra-estruturas básicas e maior acesso ao financiamento pelos operadores de agro-negócios”.

“O principal enfoque é tornar o pequeno produtor, aquele produtor de subsistência, num produtor comercial, que resolva o problema da disponibilidade de acesso à produção para ela mesma como família, mas também a questão de poder entrar na cadeia de agro-negócio”, finalizou António Limbau.

De referir que o seminário sobre o estágio da Agricultura em Moçambique teve igualmente em vista disseminar, esclarecer e apresentar ao empresariado as oportunidades de negócios no sector.

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This entry was posted on 2 de Setembro de 2013 by in Moçambique.

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