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M-Pesa = moeda electrónica em Moçambique

A entrada em funcionamento de instituições de prestação de serviços financeiros com recurso à telefonia móvel cria uma oportunidade para que muito rapidamente os habitantes dos distritos sem nenhum ponto de acesso passem a tirar benefícios desta via alternativa de serviços financeiros.

Segundo o governador do Banco de Moçambique (BM), Ernesto Gove, os investidores devem primar pela inovação, modernização e realização de fortes investimentos em sistemas e tecnologias de informação para que haja uma rápida e abrangente expansão dos serviços financeiros, mas sem prejuízo da observância rigorosa de critérios de gestão sã e prudente das instituições financeiras”,

Ernesto Gove falava ontem em Maputo durante uma cerimónia de lançamento “m-pesa”, um serviço financeiro da operadora Vodacom que consiste no uso do telefone móvel celular para o envio e recebimento de dinheiro, pagamento de serviços diversos e compra de recargas. Pode igualmente ser utilizado para o pagamento de salários e amortização de créditos às microfinanças.

Dados estatísticos do Banco Central relativos ao acesso aos serviços financeiros mostram que existem 65 distritos sem agências bancárias.

Contudo, segundo o governador, daquele número, 23 têm pelo menos um ponto alternativo de acesso a algum tipo de serviço financeiro, quer através de organizações de poupança e empréstimo e de operadores de microcrédito, quer de agentes de instituições de moeda electrónica.

“Quando incluídos os agentes de instituições de moeda electrónica, o número de distritos com acesso aos produtos e serviços financeiros eleva-se para 86, o correspondente a uma cobertura em cerca de 67 por cento do total dos distritos do país”, afirmou.

Na mesma ocasião, Lucas Chachine, administrador da Vodacom Moçambique, explicou que com o “m-pesa” pretende-se também contribuir para a redução das restrições à inclusão financeira, nomeadamente a distância e o custo das transacções.

Chachine frisou que o “e-pesa” foi lançado no Quénia, em 2007, pelo grupo Vodafone e está agora em oito países movimentando mais de 17 milhões de utilizadores em África, cobrindo, a nível mundial, cerca de 220 milhões de pessoas.

“A partir de agora, todos os moçambicanos passam a poder movimentar o seu dinheiro de forma fácil, segura e eficaz, necessitando apenas de ter um cartão de identidade nacional ou passaporte e um número da Vodacom para efectuar depósitos, levantamentos, envio de valores, pagamento de serviços e muito mais”, disse Lucas Chachine.

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This entry was posted on 17 de Maio de 2013 by in Uncategorized.

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