Olá Moçambique

ocupar o tempo com o que se passa em Moçambique

PME vão buscar oportunidades geradas pela exploração dos recursos naturais

A promoção de "business linkages" entre as grandes empresas e as PME (pequenas e médias empresas) moçambicanas, para que estas tirem benefícios das oportunidades geradas pela exploração dos recursos naturais e como garantir que a agenda de “Melhoria do Ambiente de Negócios” prevaleça, numa economia cujos atractivos são os recursos naturais e a estabilidade política, constituem alguns dos principais pontos a serem abordados durante a 13ª Conferência Anual do Sector Privado (CASP), a decorrer a 8 de Março próximo, em Maputo.
O modelo e documentos a serem discutidos na CASP foram apresentados, esta quinta-feira, em Maputo, no decurso do Conselho Empresarial Nacional (CEN) da CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique, que teve por objectivo colher percepções do sector privado sobre a temática da CASP, que este ano acontece sob o lema: “Recursos Naturais em Prol do Desenvolvimento Empresarial”.
Entre vários temas, a CASP vai igualmente debruçar-se sobre “as condições a serem criadas para que as PME a operarem em Moçambique tenham acesso às oportunidades de negócios geradas pela exploração de recursos naturais, no País, e dessa forma tomarem parte do processo de redução da pobreza pela via da criação de mais empregos”.
Na ocasião, o presidente da CTA, Rogério Manuel, referiu que na CASP “pretendemos analisar como redefinir a estratégia para a melhoria do ambiente de negócios e promover o desenvolvimento empresarial, para além de fazer a análise de como os recursos naturais podem trazer valor acrescentado para o empresariado nacional, sobretudo no momento em que o País regista o «boom» de recursos naturais”.
“A adopção de um quadro legal que garanta que as multinacionais operem com os investidores locais e que garanta uma previsibilidade de longo prazo do leque de serviços e produtos locais que elas possam procurar em Moçambique também constitui um desafio que em nosso entender deverá ser matéria de análise”, segundo frisou Rogério Manuel.
Por seu turno, o ministro da Juventude e Desporto, Fernando Sumbana, em representação do Governo, referiu que, relativamente, ao envolvimento dos moçambicanos nos mega-projectos, “o sector privado deve tomar um papel proactivo", tendo enfatizado para que se mantenha o diálogo com o Governo para se encontrar "soluções adequadas para as inquietações da CTA”.
O governante desafiou o sector privado a avançar com a produção de uma proposta de legislação, sobre o envolvimento dos investidores nacionais nos grandes projectos de exploração dos recursos naturais.
“A luta que nos temos não é de confrontação entre o Governo e o sector privado, mas sim a procura de convergência na nossa agenda económica e defesa do interesses moçambicanos”, acrescentou Fernando Sumbana.
Refira-se que a CASP, o evento mais alto no processo consultivo entre o Sector Privado e o Governo, será dirigido pelo Presidente da República, Armando Emílio Guebuza.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

Information

This entry was posted on 28 de Fevereiro de 2013 by in Uncategorized.

Navegação

Enter your email address to follow this blog and receive notifications of new posts by email.

Junte-se a 1.934 outros seguidores

Arquivos

Olá Moçambique

%d bloggers like this: