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Exploração de recursos naturais: CTA quer participação efectiva dos nacionais

O Presidente da República reafirmou a necessidade de as extensas reservas de recursos naturais existentes no País, nomeadamente o carvão mineral, gás natural, ouro, titânio, grafite, cobre e ferro“ beneficiarem Moçambique e aos moçambicanos, daí a aposta na adição de valor porque a sua exportação sem processamento representa, no mesmo instante, a exportação de oportunidades de industrialização e de geração de mais postos de trabalho”.
Armando Guebuza fez este pronunciamento em Maputo, no decurso do Fórum de Negócios da Commonwealth, organizado pela Commonwealth Business Council, Governo de Moçambique, Centro de Promoção de Investimentos(CPI) e a CTA-Confederação das Associações Económicas de Moçambique.

De acordo com o Presidente da República, “a área de infra-estruturas, habitualmente tida como sendo da responsabilidade do sector público, também apresenta enormes oportunidades para contribuir para este crescimento que prevemos, no País”.

Na verdade, segundo acrescentou o estadista moçambicano, “a crescente pressão sobre as infra-estruturas existentes, concebidas numa dinâmica totalmente diferente da actual, exige respostas rápidas, estruturadas e sustentáveis. Este investimento pode ser realizado por operadores privados, de forma individual ou em parceria com o sector público”.

Por seu turno, Lord Marland, secretário de Estado para Negócios, Inovação e Habilidades do Reino Unido, indicou que “a amplitude deste interesse em negócios em Moçambique demonstra o elevado nível de investimento internacional que há actualmente em Moçambique”.

“Como um potencial gigante nas indústrias de mineração, energia, agricultura e turismo, este interesse não é surpreendente, e este crescimento levará a enormes oportunidades extras em áreas como a dos bens de consumo, tecnologias de informação e comunicação, saúde, educação e habitação à medida em que o padrão de vida dos moçambicanos começar a melhorar”, frisou Lord Marland.

Já o vice-presdente da CTA, Quessanias Matsombe, considerou que “a exploração de recursos naturais em Moçambique com destaque para o gás natural e o carvão mineral, tem o potencial de gerar um fluxo enorme de receitas e, tendo em conta este cenário, a CTA está a construir uma visão que se centra na definição de uma perspectiva que seja favorável à participação efectiva dos nacionais em parceria com os estrangeiros”.

“A realização deste fórum com este formato irá permitir que os empresários do Reino Unido e de outros países, dispostos a investir e fazer negócios em Moçambique, vejam a grandeza e o vastíssimo leque de oportunidades que o País possui”, finalizou Quessanias Matsombe.

Referir que, durante dois dias, o Fórum de Negócios da Commonwealth reúne empresários de 26 países da organização com o objectivo de explorar oportunidades de negócios nos sectores de recursos minerais, agricultura, agro-indústria, transportes e comunicações, energia, turismo, serviços financeiros, infra-estruturas, entre outros.

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This entry was posted on 1 de Novembro de 2012 by in Uncategorized.

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