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País precisa de 11.8 biliões para infraestruturas ferro-portuárias

O Governo moçambicano precisa de 11,8 mil milhões de euros para investir no plano de desenvolvimento de infraestruturas ferro-portuárias nos próximos cinco anos, estimou o ministro dos Transportes e Comunicações de Moçambique, Paulo Zucula.
As autoridades moçambicanas desenharam uma estratégia de desenvolvimento de infra-estruturas e serviços de transportes que prevêem investimentos produtivos nos sectores mineral, agrícola e de turismo.
Falando aos jornalistas sobre o plano de desenvolvimento de infra-estruturas ferro-portuárias no país, Paulo Zucula disse que o Governo moçambicano e seus parceiros investiram 829 milhões de euros em projectos de desenvolvimento de portos, caminhos-de-ferro, aviação civil, transportes rodoviários e públicos, e expansão da rede das telecomunicações.
“Apesar do esforço empreendido e em curso, este investimento mostra-se aquém das necessidades, dado o ritmo com que o investimento privado está a imprimir à dinâmica da economia nacional”, disse o governante. Paulo Zucula reconheceu que, para materializar os seus projectos, “as expectativas governamentais são enormes e os recursos internos são escassos”.
“O total de investimento que deve ser feito (na área de infra-estruturas ferro-portuárias) em cinco anos ultrapassa 400 mil milhões de meticais”, disse.
Moçambique e seus parceiros vão investir ainda este ano mais de quatro mil milhões de euros para a construção de uma linha férrea, que vai ligar a região de Moatize, em Tete, no centro do país, à cidade de Nacala, em Nampula, no norte de Moçambique, passando pelo Sul do vizinho Malaui.
A verba será utilizada também para a reabilitação do corredor de Nacala e a construção de uma terminal de carvão em Nacala-a-Velha, na província de Nampula, bem como na edificação e melhoramento da linha férrea do Sena, no centro do país, para transportar anualmente cerca de 18 milhões de toneladas de carvão.
A reabilitação da linha férrea do Sena vai permitir o escoamento anual de 50% dos 18 milhões de toneladas de carvão, atingindo assim 50% da capacidade necessária para escoar este produto, disse Paulo Zucula.

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This entry was posted on 16 de Julho de 2012 by in Uncategorized.

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