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Código de Ética Universal na forja

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ImageUma proposta de Código de Ética Universal – de auto regulação, que preconiza as boas atitudes, comportamentos, valores e combate à corrupção no seio dos empresários e colaboradores no sector privado no País – está a ser debatida desde esta terça-feira, em Maputo, num seminário sobre o Código Nacional de Ética.

Organizado pelo Instituto de Directores de Moçambique (IODmz), em parceria com o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Económico e Empresarial (SPEED), o encontro deverá produzir o documento final a ser divulgado em Novembro próximo, com vista a garantir o estabelecimento de uma forma de comportamento e atitudes nas organizações que elevem a qualidade de trabalho e, acima de tudo, que criem um clima de confiança e um ambiente de funcionamento de negócios que aumente valor das empresas.

Falando na ocasião, o vice-presidente da Confederação das Associações Económicas (CTA) Antena Regional Centro, Prakash Prehlad, disse que a “CTA acolhe e participa no projecto de elaboração de um código de ética para o sector privado porque entende que é um instrumento que virá, certamente, dotar as empresas de boas práticas nos negócios, dando-lhes opções em termos de atitudes e comportamentos”.

“Muitos empresários há muito que clamavam por um instrumento desta natureza, pela sua tamanha importância, como instrumento orientador na condução de negócios, quer dentro da empresa, assim como no seu relacionamento com parceiros e com o meio envolvente no geral”, realçou Prehlad.

Já o Presidente do IOD, Luís Magaço, aflorou que “é verdade que o sector privado não começou a reflectir sobre a produção do seu código, depois de ter conhecimento da produção do código do Governo, mas nós sentimos, já há cerca de dois anos, a necessidade de produzir um documento que estabelecesse a forma de comportamento e atitudes nas organizações, que elevem a qualidade de trabalho e que sobretudo estabeleça um clima de confiança”.

Mais adiante, Magaço explicou que “nós vamos produzir um código de ética que é um documento universal e na medida em que não é uma Lei de implementação obrigatória; porém é um documento de referência, de auto-regulação que as empresas irão aplicar, de acordo com as suas capacidades. Poderão fazer ajustes de acordo com as suas necessidades, aumentando ou melhorando alguns aspectos gerais”.

O seminário, de dois dias, conta com a participação de empresas do sector privado, do Gabinete de Combate à  Corrupção e vai fazer igualmente o exercício de treinamento e de implementação da nova proposta do código de ética junto dos representantes das instituições.

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This entry was posted on 29 de Maio de 2012 by in empresas.

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